A Orquestra Forte de Copacabana (OFC) nasceu em 2011 como um gesto de esperança: transformar a música em ponte de inclusão social e cultural no coração do Rio de Janeiro. O que começou como um grupo de jovens violonistas logo se expandiu em sonoridade e impacto, tornando-se hoje uma Big Band completa que ecoa pelos salões do Forte de Copacabana e por palcos do Brasil e do mundo.
Sua origem remonta à trajetória do Instituto Rudá, que desde 2007 já desenvolvia orquestras de MPB com jovens de comunidades cariocas. Na criação da OFC, foram selecionados 50 jovens de 10 a 21 anos, vindos de comunidades como Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Chapéu Mangueira, Babilônia e Santa Marta, que se destacaram pelo talento e pela dedicação ao estudo.
Mais do que um projeto musical, a OFC é um espaço de transformação de vidas. Jovens encontram aqui não apenas formação artística, mas também oportunidades de crescimento pessoal, disciplina, autoestima e futuro. Muitos deles hoje são músicos profissionais, universitários e até sargentos músicos das Forças Armadas, provando que a música pode ser uma poderosa ferramenta de superação.
Com ensaios no Forte de Copacabana e apresentações regulares, a Orquestra já se apresentou em palcos icônicos do Brasil — como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Casa França-Brasil, CCBB, Museu Histórico Nacional e Palácio Duque de Caxias — e também internacionalmente, levando a música brasileira até a França e, mais recentemente, em uma memorável turnê pela China em 2024, celebrando os 50 anos de amizade Brasil-China.
Reconhecida oficialmente como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro em 2024, a Orquestra Forte de Copacabana reafirma sua missão: democratizar o acesso à cultura, revelar talentos e inspirar gerações através da música.
A Orquestra Forte de Copacabana apresenta suas novas formações: a Camerata Forte de Copacabana e a Orquestra de Câmara Forte de Copacabana (OCFC). Esses grupos ampliam a diversidade musical da Orquestra, permitindo explorar repertórios variados, técnicas refinadas e expressividade artística, além de criar novas oportunidades de formação e apresentação para os músicos.
A Orquestra Forte de Copacabana foi reconhecida, em outubro de 2024, como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Lei nº 10.538, de 17 de outubro de 2024, marco institucional que reforça a relevância e a continuidade do projeto. O título reafirma a importância da Orquestra na promoção da educação musical, da inclusão social e do acesso à cultura, ampliando seu impacto junto a crianças e jovens em todo o Estado.
A Orquestra Forte de Copacabana apresenta suas novas formações: a Camerata Forte de Copacabana e a Orquestra de Câmara Forte de Copacabana (OCFC). Esses grupos ampliam a diversidade musical da Orquestra, permitindo explorar repertórios variados, técnicas refinadas e expressividade artística, além de criar novas oportunidades de formação e apresentação para os músicos.
A Orquestra Forte de Copacabana projeta novas colaborações culturais internacionais, ampliando o diálogo Brasil–China através da música. Estão em estudo:
Em 19 de janeiro de 2026, a Orquestra Forte de Copacabana realizou sua primeira apresentação no Uruguai, participando do Festival Jazz a la Calle, em Mercedes, um dos principais eventos de jazz e música instrumental da América do Sul, com o concerto “Afro Jazz Carioca”, integrante da programação do programa ¡Hola Rio!, iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro voltada à internacionalização da música fluminense. Sob a regência do maestro Luiz Potter, a Orquestra apresentou-se com 11 jovens músicos, em um repertório que dialogou a música brasileira — com influências de MPB, samba-jazz e ritmos afro-brasileiros — com a linguagem do jazz, sendo recebida com entusiasmo pelo público e pela comunidade artística local. A participação no festival consolidou a circulação internacional da OFC e ampliou a formação artística e humana dos jovens músicos, fortalecendo o intercâmbio cultural e a construção de conexões com artistas e públicos de diferentes contextos.
O projeto Vibrações Metropolitanas promoveu a circulação artística da Orquestra Forte de Copacabana pela Região Metropolitana do Rio de Janeiro, conectando a capital aos municípios de Duque de Caxias, Maricá e Niterói por meio de apresentações musicais gratuitas e ações de intercâmbio artístico, social e educacional. A iniciativa teve como foco ampliar o acesso à música instrumental e à Música Popular Brasileira, fortalecendo o diálogo entre territórios, instituições culturais e públicos diversos. Em Duque de Caxias, a Orquestra apresentou-se no Teatro Municipal Raul Cortez, em concerto colaborativo com a Big Band da FUNDEC, promovendo trocas artísticas e formativas entre os grupos; em Maricá, realizou um concerto gratuito em espaço público ao lado da Orquestra Sinfônica e Popular Raul de Barros, valorizando a ocupação cultural da cidade; e, em Niterói, apresentou-se na Sala Nelson Pereira dos Santos, com participação da Camerata Scherzo, reforçando o caráter educativo e colaborativo do projeto. Ao longo de sua realização, o Vibrações Metropolitanas alcançou público expressivo, presencial e digital, consolidando-se como uma ação de integração metropolitana, fortalecimento de redes culturais intermunicipais e ampliação do alcance do trabalho desenvolvido pela Orquestra Forte de Copacabana.
Presidente da Associação de Arte e Cultura RioMont, empresária, produtora musical e diretora geral e artística das Orquestras do Forte de Copacabana. Foi responsável pela execução do Programa de Música e Orquestra do Instituto Grupo Pão de Açúcar durante sete anos e possui atuação em diversos setores da cultura nacional. Na área artística, é empresária da dupla Antônio Carlos & Jocafi. Munida da experiência adquirida em sua trajetória, coloca-se a serviço da cidadania, da arte, da cultura e da valorização da vida.
Formado em Cinema e Comunicação Social, atua desde 2023 como diretor de produção da Associação de Arte e Cultura RioMont, responsável pelo projeto Cia. RioMont de Dança Tradicional Chinesa, além de colaborar como diretor de produção do Instituto Rudá, nos projetos da Orquestra Forte de Copacabana. Foi diretor de produção da Orquestra Sinfônica Brasileira (2018–2020) e diretor executivo da instituição (2021–2023). Entre 2010 e 2016, dirigiu o projeto Flautistas da Pro Arte, produzindo CDs, DVDs e mais de 20 espetáculos com nomes como Gilberto Gil, Egberto Gismonti e João Bosco. Também atuou como gestor do Centro de Referência Cultura Infância | Teatro Municipal do Jockey, sob direção de Karen Acioly.
Responsável pelos arranjos e regência da Orquestra Forte de Copacabana e da Orquestra de Câmara Forte de Copacabana. Também é maestro da Orquestra da FUNDEC (Duque de Caxias). Músico instrumentista, compositor, arranjador, maestro, professor e pesquisador, é formado em Licenciatura em Música pela UNIRIO.
Regente da Camerata Forte de Copacabana, formada por jovens musicistas. Graduada em Música pela UFRJ, iniciou sua formação no Colégio Pedro II, no curso técnico em Piano. Participou do Masters de Regência da EMESP Tom Jobim e atuou como regente assistente em montagens operísticas. Conduziu apresentações na Escola de Música da UFRJ, além de integrar concertos com o conjunto Sacra Vox, em palcos como BNDES, Cidade das Artes e Theatro Municipal. Sua pesquisa destaca-se na catalogação de óperas brasileiras, com apresentações em eventos acadêmicos como a JICTAC e a SIAC.
Coordenadora administrativo-financeira de projetos culturais e Diretora Administrativa da Associação de Arte e Cultura RioMont. Formada em Administração e Contabilidade pela UFRJ, possui mais de 10 anos de experiência na área. Atua no gerenciamento de projetos como a Orquestra Forte de Copacabana, Cia. RioMont de Dança Tradicional Chinesa, Afrofunk Brasil com Antônio Carlos & Jocafi, além da iniciativa CNOOC – A Inteligência do Futuro.
Formada em Ciência Política pela UNIRIO, onde foi premiada em três edições consecutivas da Jornada de Iniciação Científica. Desde maio de 2025, atua no Instituto Rudá como assistente administrativa e de produção da Orquestra Forte de Copacabana.
Anteriormente, colaborou com o Centro de Teatro do Oprimido, a International Partnership of Education Research and Communication (IPERC) e o grupo de pesquisa ECOPOL/UNIRIO. Foi contemplada nos editais “Cultura Presente nas Redes” (2020) e “Fomento” (2021), com projetos autorais nas áreas cênicas e cultura digital.
Os contribuintes – Pessoa Física – que fazem a declaração de renda completa terão o valor investido ressarcido na forma de abatimento ou restituição no Imposto de Renda, através de recibo anual enviado pelo Instituto Rudá, observando o limite máximo de 6% do total do imposto devido.
Ao preencher a declaração, as doações devem ser informadas na ficha “pagamentos e doações efetuados” com os valores e CNPJ dos beneficiários. O código para incentivo à cultura é 41.
Ao fim da declaração, o programa calcula automaticamente o imposto devido e mostra automaticamente o “desconto” dos valores doados.
Envie seu comprovante de depósito para doacoes.ovfc@gmail.com incluindo, nome completo, CPF para receber seu recibo do Instituto Rudá.
Para doações comuns, sem dedução do IR, depositar na conta abaixo:
Bradesco
Agência: 583
Conta: 317103–5
Razão Social: Instituto Rudá
CNPJ: 09.208.222/0001-79
PIX – CNPJ: 09.208.222/0001-79
Impacto Social e Resultados
A Orquestra Forte de Copacabana utiliza a Música Popular Brasileira como ferramenta de aproximação e transformação social, derrubando barreiras culturais e ampliando horizontes. O projeto acolhe jovens oriundos de comunidades de baixo IDH, oferecendo não apenas aulas de música, mas também valores essenciais como respeito às diferenças, disciplina, cooperação e cidadania.
O convívio diário com a prática musical fortalece a autoconfiança e a capacidade de trabalhar em grupo, refletindo-se em mudanças de comportamento que alcançam famílias e comunidades. Mais do que formar músicos, a Orquestra forma agentes de mudança, multiplicadores de novos sonhos e possibilidades.
Cada apresentação é prova de que investir em formação musical é investir em cidadania, inclusão e futuro.